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Synergia Editora

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Giuseppe Bacoccoli

Giuseppe Bacoccoli "A Synergia tem excelente qualidade gráfica, apresentação, correção ortográfica e conteúdo irrepreensível. Parabéns!".

Erik Eduardo Rego

erik_peq "Dedicação, excelente relação autor-editora e qualidade gráfica são as fontes de
energia da Synergia."

Mariana de Mattos

Mariana de Mattos "A Synergia vem fazendo também um ótimo trabalho de divulgação do livro. É uma enorme satisfação ser uma "autora-synergia".

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"Nem sempre a produção acadêmica chega aos atores econômicos, frequentemente devido a barreiras de espaço, de tempo ou de oportunidade. Todavia, quando a Academia e o setor econômico colaboram, cria-se, com essa simbiose, a possibilidade de processos altamente sinérgicos..."
Hermes Chipp, Diretor-Geral do ONS

Para preencher a lacuna existente no mercado editorial brasileiro, a Synergia Editora, desde a sua fundação, adotou a estratégia de atuar em parceria com as principais fontes geradoras de conhecimento, como universidades, centros de estudos, institutos de pesquisas, laboratórios técnicos, associações setoriais e empresas para viabilizar a produção de seus conteúdos.

Seja bem-vindo,

Teremos o prazer em mostrar que não somos apenas mais uma editora.

 

 

Synergia Editora
O todo supera a soma das partes

Presidente da Light assume Associação Comercial do Rio

O novo presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, José Luiz Alquéres, tomou posse nesta quarta-feira, 24 de junho, sucedendo o empresário Olavo Monteiro de Carvalho. José Luiz Alquéres, presidente da Light, foi o 1º vice-presidente da ACRJ no segundo mandato de Monteiro de Carvalho, que presidiu a ACRJ de 2005 a 2009. Também tomaram posse, para o biênio 2009-2011, os 1º e 2º vices-presidentes Ronaldo Cezar Coelho e Joaquim de Arruda Falcão Neto, além do Conselho Diretor.

José Luiz Alquéres é o 59º presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Engenheiro, Alquéres tem uma trajetória profissional marcada pela ampla vivência empresarial nos setores público e privado. Presidiu e ocupou posições de destaque em várias empresas e órgãos governamentais no Brasil, nos Estados Unidos e na França, como Eletrobrás, Light, Alstom do Brasil, MDU, Furnas, Itaipu Binacional e, também Holcim, MMX, BNDES, Bancos Crédit Lyonnais e Calyon, entre outros lugares onde deixou sua marca. O Grupo Light, presidido por Alquéres, está presente em 31 municípios fluminenses, tem 3,8 milhões de clientes e cerca de 4 mil funcionários diretos e mais 8 mil prestadores de serviços em diferentes empresas contratadas, além de fornecedores, gerando, indiretamente, cerca de 24 mil empregos.

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Vale a pena investir em água e esgoto

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o investimento em água potável e saneamento básico gera retorno econômico e justifica cada dólar investido.
Atualmente estima-se que, 2,4 bilhões de pessoas no mundo não tem acesso a saneamento básico, enquanto mais de um bilhão não tem água potável disponível.
As metas para o desenvolvimento do milênio, estabelecidas em consenso pelos países membros da ONU, propõe que até 2015, mais dois bilhões de pessoas tenham acesso à água potável e esgoto.
Os benefícios econômicos, dependendo da região do globo podem ser de até 34 vezes o valor investido. Se considerarmos a economia por conta da disponibilidade de água potável, dispensando tratamento com produtos químicos podemos chegar à poupança de 60 vezes o que for gasto para obter água limpa.
As populações que tem acesso à água potável e saneamento básico, adoecem menos e terão uma vida mais produtiva.
O retrato atual da falta de saneamento mostra que pelo menos mais de um milhão e meio de pessoas morrem por ano, por não ter água potável e saneamento básico.
Outras doenças estão associadas ao baixo índice de saneamento como a malária que, por exemplo, mata quase dois milhões de pessoas anualmente.
Esses dados mostram de maneira definitiva que o investimento feito em saneamento básico e para a produção de água potável, reverte não só em saúde para a população, bem como em economia de divisas para quem investe e no aumento da riqueza geral a partir da melhora da produtividade e da saúde.
 

Energia eólica é suficiente para o mundo, diz estudo

O vento pode suprir as necessidades energéticas do mundo, segundo estudo publicado hoje na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)". A notícia é um bom presságio para os defensores das fontes limpas de energia. A matriz eólica, como a solar, suscita esperanças na luta contra o aquecimento global. No Brasil, se os cálculos do estudo estiverem certos, só os aerogeradores terrestres produziriam, no mínimo, cerca de 14 vezes a eletricidade consumida no País. Para os aerogeradores marítimos, a proporção seria de cerca de três vezes as necessidades brasileiras.
Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e do Centro de Pesquisa Técnica VTT, da Finlândia, determinaram a energia que poderia ser produzida em cada turbina eólica com base na velocidade local do vento, na densidade do ar, no possível espaçamento dos aerogeradores e no tamanho das hélices. Os cientistas também consideraram áreas no mar. Os aerogeradores implantados em terra firme conseguiriam produzir o equivalente a 40 vezes o consumo mundial de eletricidade e cerca de cinco vezes o consumo de energia em todas as suas formas.
Nos Estados Unidos, por exemplo, seria possível produzir 16 vezes o consumo atual de eletricidade do país. Um dos autores do estudo, Michael McElroy, da Universidade Harvard, considera essencial um esforço global para viabilizar o uso da energia eólica em todo o mundo. "Também seria necessário reformar o sistema de distribuição de eletricidade atual", aponta McElroy.
O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ênio Bueno, especialista em energia eólica, pondera que o estudo leva em conta apenas o potencial de aproveitamento dos ventos para geração de energia. "Seria preciso considerar também a viabilidade técnica em cada local e a viabilidade financeira", aponta. "Isso reduz muito a previsão dos pesquisadores." Estudo dos técnicos do Inpe, em janeiro, mostra que os ventos brasileiros podem atender mais de 60% do consumo nacional de energia de forma competitiva. Com o barateamento progressivo da tecnologia, o porcentual deve aumentar. Atualmente, menos de 1% da energia consumida no país é gerada por vento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 
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